Os nossos balões de S. João não se vão encher de fumo e subir aos céus para anunciarem a festa… a sua função será apenas decorativa. Pretendemos criar um ambiente mais alegre e agradável no espaço exterior da escola, onde decorrerá a sardinhada.
Há diferentes técnicas para a construção de balões de S. João, desde o simples origami a outras estruturas mais complexas. A proposta é a criação de um balão a partir da construção de um icosaedro: poliedro regular com vinte faces. O icosaedro é constituido por vinte triângulos equiláteros e é um dos cinco Sólidos Platónicos, esta designação deve-se a Platão que os estudou, cerca de 400 a.C.
O programa Polypermite a exploração de diferentes poliedros em 2D e 3D.
Aquié possível imprimir a planificação de um icosaedro.
O S. João é uma festa popular, de origem pagã, ligada à celebração do solstício de Verão. Música, dança, petiscos e fogo de artifício marcam a noite de 23 para 24 de Junho. Não faltam os saltos sobre as fogueiras, os martelos de plástico e as famosas marteladas, os alhos-porros para passar no nariz das pessoas, os manjericos com versos populares, os raminhos de cidreira, as cascatas e os lançamentos de balões de ar quente, símbolos e protagonistas desta celebração. Os balões de S. João, confeccionados em papel de cores variadas, estão relacionados com o tradicional uso da fogueira joanina e os seus efeitos visuais. São cuidadosamente lançados e observados com atenção, até se transformarem em pequenas luzinhas que enfeitam maravilhosamente os céus nas noites de São João.
Ultimamente, os balões são quase todos de fabrico industrial; no entanto, alguns continuam a ser feitos artesanalmente e muitas vezes utilizados apenas como elementos decorativos.
O desafio é a criação de balões para assinalar o S. João. Esta bonita imagem poderá servir-te de inspiração.
Os alunos do pré-escolar, à semelhança do ano anterior, vieram à escola dos grandes desfilar com os seus chapéus originiais que se destacavam na uniformidade das batas. As turmas 5,6,7 e 8 do 6º ano garantiram a presença do 2ºciclo no desfile com os bonitos chapéus criados na disciplina de EVT. Easter Bonnet Parade marcou, mais uma vez, o Dia das Línguas na Frei Caetano Brandão.
A Semana da Leitura decorre entre os dias 21 e 25 de Março e os alunos do 6º7, nas aulas de EVT, criaram um bonito painel para oferecer à Biblioteca da Escola. Esta iniciativa aproxima os alunos da biblioteca, dos livros e da leitura.
Ainda em prol da Língua Materna, foram elaborados trajes e adereços para os alunos participarem na Poesia de Rua, na Avenida Central, junto à Brasileira. Esta actividade, integrada na comemoração do Dia da Poesia,teve a colaboração da Câmara Municipal de Braga. Os alunos do Agrupamento de Maximinos ofereceram poesia a todos os transuentes do centro da cidade. Os alunos do 6º5 dramatizaram o Rapaz de Bronze, a estátua que à noite ganha vida e interage com as flores.
A Educação Visual e Tecnológica é fundamental para a formação integral dos alunos.
À semelhança do ano lectivo anterior, o Grupo de Inglês vai organizar um Easter Parade, integrado nas actividades do Dia das Línguas. Este desfile, de tradição americana, consiste num passeio festivo no Domingo de Páscoa, em que os participantes vestem roupas novas e elegantes, das quais se destacam os chapéus. Easter Paradeestá mais associado à Quinta Avenida em Nova York, embora se realize em muitas outras cidades. O filme a seguir apresentado mostra alguns momentos do evento de 2009. Vê com muita atenção e observa especialmente os chapéus.
Não te esqueças:
Tens de criar e construir em EVT se quiseres brilhar em Inglês!
A colina aderiu à onda amarela em sinal de protesto pela extinção do par pedagógico (dois professores) na leccionação da disciplina de Educação Visual e Tecnológica -EVT.
Desde 2008 que a citação de Henri Matisse era o cartão de visita da colina: Um único tom não é nada em termos de cor; dois tons são um acorde, são a vida. Funcionava como um convite à descoberta das paisagens coloridas onde o verde predominava.
Em consonância com a citação de Matisse, apesar de verde ser a cor da esperança, com apenas com um professor a leccionar EVT vislumbra-se um futuro muito monocromático.
Em defesa dum mundo mais colorido, a partir de hoje, a colina tem uma nova cor:
Amarelo EVT
...e Matisse cede o lugar a Picasso.
Até quando?
Com tanta burocracia e apenas 1 professor... Quiçá, no próximo ano, a colina deixe de colorir os vossos sonhos!
O Carnaval de Veneza teve a sua origem a partir da tradição do século XVII. Ao contrário do que muitas vezes se pensa, não foi adoptado pela sua beleza, mas sim, pela liberdade que dava à sociedade conservadora da época, a nobreza disfarçava-se para sair e misturar-se com o povo. Enquanto durava o carnaval, quase tudo era permitido e ninguém era identificado.
As máscaras são o elemento mais importante deste carnaval. Os trajes que se usam são característicos do século XVIII: roupa de seda negra e chapéu de três pontas. Desde 1979 foram sendo somadas outras cores aos trajes, embora as máscaras continuem a ser brancas, prateadas e douradas.
Actualmente, o carnaval veneziano enche Veneza com milhares de turistas. Ao contrário de outros carnavais, onde costuma haver muita agitação e muito barulho, nomeadamente nos carnavais portugueses e brasileiros, o Carnaval de Veneza, é bastante silencioso, convidando os turistas a observarem a espectacularidade das máscaras e dos trajes.
Uma colina brilhante, cheia de sol e muito colorida! O vermelho a cor quente da paixão, o amarelo a cor do sol, o cor-de-laranja uma das cores do fogo, o verde a cor das plantas, o castanho a cor da terra, o azul de várias tonalidades preenche e refresca todo o horizonte, o violeta uma cor misteriosa e o cor-de-rosa a cor dos sonhos!