sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Do Ponto ao Rosto

Os alunos das turmas 6 e 8 do 5º ano utilizaram canetas pretas para, através da aplicação de pontos, definirem o auto-retrato. Estes trabalhos, orientados pelas professoras Ana Ferreira e Eliana Silva, enquadraram-se na unidade de trabalho do Estudo do Rosto.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A Linha na Arte

A linha, quanto à sua expressividade, pode ser geométrica ou livre. As sua características podem provocar-nos sensações de calma, força, agressividade, ternura, rapidez...
Não há nenhum movimento artístico, à semelhança do Pontilhismo, directamente relacionado com a utilização de linhas. No entanto, há muitas obras em que os artistas utilizaram a linha como principal elemento visual.
Ficam aqui alguns exemplos. Observa a expressão das linhas e reflecte nas imensas variações que esta pode adquirir.

Pablo Picasso (1881-1973)


Joan Miró (1893-1983)



Vieira da Silva (1908-1992)


Van Gogh (1853-1890)
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Mondrian (1872-1944)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A Linha

A linha é um elemento gráfico muito importante e está sempre presente no mundo que te rodeia. Os troncos nus das árvores, o traço branco do avião que risca os céus, os carris do comboio, a linha do horizonte, são alguns dos exemplos da expressão da linha.

Como já vimos a linha é a trajectória de um ponto. Conforme o tipo de movimento e as direcções em que o ponto se desloca, podemos criar diferentes tipos de linhas. A linha pode ser mais ou menos dinâmica, de acordo com a expressividade do movimento que a define. Com a linha definimos formas, espaços e volumes e podemos exprimir ideias, sensações ou esboçar as nossas propostas visuais.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Pontilhismo


Tarde de Domingo na Ilha de Grande Jatte (1884-1886) – Georges Seurat


A Entrada do Porto de Marselha (1918) – Paul Signac

O movimento artístico que ficou conhecido por Pontilhismo surgiu na França no final do século XIX. Os principais impulsinadores foram Georges Seurat (1859 – 1891) e Paul Signac (1863 – 1935 ).
Esta técnica de pintura consiste na decomposição dos tons, justapondo pequenas pinceladas sob a forma de pontos, em vez de fazer a mistura das cores na paleta. O artista faz desenhos e representações baseadas na colocação de pequenos pontos coloridos muito próximos uns dos outros o que, à distância, provoca uma mistura óptica, deixando ao observador a tarefa de reconstruir o tom desejado pelo pintor, fazendo surgir a forma.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O Ponto

Ao colocares a ponta do lápis sobre o papel obténs um ponto. Este ponto é a unidade mínima do campo visual, ou seja, da superfície que se define para uma representação visual.
Os pontos podem definir linhas através da sua deslocação, delimitando ou dividindo espaços.
Quando representas o ponto, conforme a sua localização, ele pode relacionar-se com outros pontos, provocando no observador sensações de equílibrio, grandeza, quantidade, ordem, volume, movimento...
Google Imagens

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A Noite de Natal

Ilustração e adaptação do conto A Noite de Natal de Sophia de Mello Breyner Andresen. Trabalho realizado nas aulas de EVT pelos alunos do 6ºano - Turmas 5, 6 e 8.

Produção da responsabilidade das Professoras de EVT - Helena e Tânia.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Cores de Natal

A Frei Caetano Brandão está mais colorida!
Os trabalhos dos alunos oferecem Cores de Natal a toda a comunidade educativa.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A Menina dos Fósforos

Era véspera do Ano Novo, estava muito frio e um manto de neve cobria a paisagem. Uma pobre menina vagueava pelas ruas tentando vender fósforos.
Quando decide acender alguns, na tentativa de se aquecer, terá as maiores experiências de sua vida.

Com as ilustrações dos alunos do 6º7 e um pouco de imaginação, podemos fazer uma viagem de regresso ao rico mundo do famoso contador de histórias, Hans Christian Andersen.