terça-feira, 2 de junho de 2009

Arte ecológica

A arte tem a capacidade de tocar as pessoas de uma maneira única, por isso se torna um excelente meio para inspirar e consciencializar as pessoas sobre o meio ambiente do planeta.
Os alunos do 2º Ciclo, nas aulas de EVT, reutilizaram os mais variadíssimos materiais, para construção de estruturas para a exposição que tem como tema As árvores. Conceitos ambientais, como a poupança de energia, água e de recursos naturais em geral, bem como a minimização de resíduos, estiveram sempre presentes.
Esta exposição, patente no jardim principal da escola, assinala o Dia Mundial do Ambiente, comemorado no próximo dia 5 de Junho.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia Mundial da Criança

Um dia atarefado e bastante animado na E.B. 2,3 Frei Caetano Brandão.
O Dia Mundial da Criança ficou marcado por vários acontecimentos: a Tomada de Posse do Director do Agrupamento Vertical de Escolas Oeste da Colina; a publicação do novo número do Andarilho, desta vez em formato digital; a abertura da exposição dos alunos do 3º Ciclo O Surrealismo Revisitado, na Ludoteca; a montagem de várias estruturas para a exposição do Dia Mundial do Ambiente...
A azâfama era total, todos tinham um papel importante a desempenhar. A actividade no jardim da escola modificou o ambiente, dando um ar de festa.
Alguns alunos e os professores de EVT passaram várias horas a montar as várias estruturas, observados com curiosidade pelos que passavam.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Construção da árvore

Material/Recursos:
  • 1 Guarda-sol
  • 1 Guarda-chuva
  • Canetas
  • Tubos de confecção
  • Arame
  • Alicates

Estes seis elementos, adicionados ao talento e ao empenho dos alunos, resultaram na acelerada construção da Árvore das Canetas.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Calder e a Poesia do Mobile

Alexander Calder (1898-1976), nasceu nos Estados Unidos da América.
Filho de pai escultor e mãe pintora, desde cedo esteve envolvido com as artes. Tinha seu próprio atelier e construía seus próprios brinquedos. Inicialmente estuda Engenharia Mecânica e a partir de 1922, Arte. Antes de se dedicar à escultura foi pintor e ilustrador.
Em 1926 muda-se para Paris, Calder ocupa lugar especial entre os escultores modernos. Criador dos stabiles, sólidas esculturas fixas, e dos mobiles, formas metálicas unidas entre si por fios de arame.
Calder foi o primeiro a explorar o movimento na escultura, a sua mais importante contribuição para a escultura moderna foi o mobile. Formas de folhas inspiradas em Miró, enfiadas em fios de arame e suspensas como contrapesos em relação a placas mais pesadas e com movimentos mais lentos.



O leve movimento do ar actua como elemento de mudança, as placas de metal agitam-se tocados pelo vento, assumindo as formas mais imprevistas.
A leveza do movimento lembra uma dança, a frágil coreografia dos seus mobiles cabe no contexto da arte em movimento e em mutação.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Vamos reutilizar canetas?

Coloridos, agradáveis ao tacto, plásticos, resistentes, atractivos, enfim... as canetas de feltro ou marcadores.
Os alunos bracarenses chamam-lhes borronas, não sei quem inventou a palavra; a verdade é que borram, mancham e a sua tinta uma vez aplicada é impossível de remover. Eu pessoalmente prefiro borratonas, tem mais sonoridade.
Este material é pouco utilizado nas nossas aulas e com o passar do tempo seca e já não serve para nada. Ou será que serve?
Vamos reutilizar estes pequenos tubos coloridos?
Já não falta muito tempo para a Exposição do Dia Mundial do Ambiente, o tema este ano são As Árvores; porque não reutilizar as canetas de feltro velhas?
A turma do 6º6 foi confrontada com o desafio e aderiu com entusiasmo, cada aluno realizou o seu estudo gráfico para uma árvore: A Árvore das Canetas.
Surgiram vários projectos, todos diferentes, alguns muito criativos e originais, outros lindos e delicados, outros excêntricos e ainda as eternas árvores chupa-chupa ou algodão doce com umas teimosas nuvens azuis...
Ideias difíceis e impossíveis… paciência, o mais importante são a motivação e o empenho.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Consumo e desperdício

Vivemos numa era de consumismo, em que o consumo foi eleito como um sistema de vida e a aquisição e o consumo de bens se transformou num ritual.
Substituindo, por vezes, satisfações espirituais, os hipermercados e as grandes superfícies comerciais são as modernas Catedrais do consumo, que devoram grande parte dos tempos livres dos cidadãos.
Hoje em dia, somos conduzidos a consumir e a desperdiçar.
Um forte espírito de consumo caracteriza a sociedade contemporânea; maior consumo é sinónimo de prosperidade mas, em contrapartida, conduz a um aumento desenfreado da quantidade de produtos e resíduos considerados inúteis. Actualmente, mais de um terço do nosso lixo é constituído por embalagens de papel, vidro, metal ou plástico.
Somos confrontados com a necessidade de cumprir a Regra dos 3 R's: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Os Resíduos Solidos Urbanos

Em Portugal cada habitante produz em média cerca de um quilo de lixo por dia.
O desenvolvimento tecnológico, a evolução dos hábitos de vida, o crescimento demográfico e o aumento do consumo, são algumas das razões que conduzem à produção de grandes quantidades de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU's). No entanto, as matérias primas que o planeta põe à nossa disposição não são inesgotáveis!
Os RSU's não sendo sujeitos a uma gestão adequada, implicam a degradação do ambiente, da qualidade de vida e da saúde pública. Esta realidade conduz à necessidade inadiável de repensar o destino que leva o que usamos e que já não nos serve. Muito deste lixo pode ser reduzido se nos tornarmos conscientes do enorme problema.

A vida no planeta está em perigo!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Desflorestação

O processo de desflorestação consiste na destruição, em grande escala, de zonas florestais.
Não podemos ficar indiferentes aos impactos ambientais causados pela desflorestação.
Se as árvores não existissem vários habitats, seres vivos e ecossistemas desapareceriam.
As árvores purificam o ar, protegem os solos da erosão, são uma fonte de riqueza e tornam a Natureza ainda mais misteriosa.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

quinta-feira, 30 de abril de 2009

...e tudo a chuva encharcou!

Durante a tarde as dez equipas participantes montaram os respectivos jogos para uma demonstração. O tempo estava incerto, o Sol escondeu-se atrás de um manto de nuvens cinzentas e a temperatura baixou.
À noite o luar não iluminou a praça do Pópulo... a chuva miudinha começou a ganhar força e derrotou os participantes e espectadores logo ao terceiro jogo.
Os Jogos Sem Fronteiras foram cancelados.
Os mais resistentes abandonaram o local encharcados até aos ossos e com um olhar de desânimo.