quarta-feira, 13 de maio de 2009

Consumo e desperdício

Vivemos numa era de consumismo, em que o consumo foi eleito como um sistema de vida e a aquisição e o consumo de bens se transformou num ritual.
Substituindo, por vezes, satisfações espirituais, os hipermercados e as grandes superfícies comerciais são as modernas Catedrais do consumo, que devoram grande parte dos tempos livres dos cidadãos.
Hoje em dia, somos conduzidos a consumir e a desperdiçar.
Um forte espírito de consumo caracteriza a sociedade contemporânea; maior consumo é sinónimo de prosperidade mas, em contrapartida, conduz a um aumento desenfreado da quantidade de produtos e resíduos considerados inúteis. Actualmente, mais de um terço do nosso lixo é constituído por embalagens de papel, vidro, metal ou plástico.
Somos confrontados com a necessidade de cumprir a Regra dos 3 R's: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Os Resíduos Solidos Urbanos

Em Portugal cada habitante produz em média cerca de um quilo de lixo por dia.
O desenvolvimento tecnológico, a evolução dos hábitos de vida, o crescimento demográfico e o aumento do consumo, são algumas das razões que conduzem à produção de grandes quantidades de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU's). No entanto, as matérias primas que o planeta põe à nossa disposição não são inesgotáveis!
Os RSU's não sendo sujeitos a uma gestão adequada, implicam a degradação do ambiente, da qualidade de vida e da saúde pública. Esta realidade conduz à necessidade inadiável de repensar o destino que leva o que usamos e que já não nos serve. Muito deste lixo pode ser reduzido se nos tornarmos conscientes do enorme problema.

A vida no planeta está em perigo!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Desflorestação

O processo de desflorestação consiste na destruição, em grande escala, de zonas florestais.
Não podemos ficar indiferentes aos impactos ambientais causados pela desflorestação.
Se as árvores não existissem vários habitats, seres vivos e ecossistemas desapareceriam.
As árvores purificam o ar, protegem os solos da erosão, são uma fonte de riqueza e tornam a Natureza ainda mais misteriosa.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

quinta-feira, 30 de abril de 2009

...e tudo a chuva encharcou!

Durante a tarde as dez equipas participantes montaram os respectivos jogos para uma demonstração. O tempo estava incerto, o Sol escondeu-se atrás de um manto de nuvens cinzentas e a temperatura baixou.
À noite o luar não iluminou a praça do Pópulo... a chuva miudinha começou a ganhar força e derrotou os participantes e espectadores logo ao terceiro jogo.
Os Jogos Sem Fronteiras foram cancelados.
Os mais resistentes abandonaram o local encharcados até aos ossos e com um olhar de desânimo.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Jogos Sem Fronteiras

Hoje, pelas 21h, no Largo do Populo

Jogos Sem Fronteiras no âmbito do Projecto COMENIUS

Dinamização: EB 2/3 Frei caetano Brandão

Colaboração: Synergia (Centro Social de Sto. Adrião); Câmara Municipal de Braga; Regimento de Cavalaria n.º6- Braga; Associação de Pais da Escola.

terça-feira, 28 de abril de 2009

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Instrumentos náuticos

Estão concluidos os instrumentos náuticos seleccionados para o Jogo dos Descobrimentos:
- Quadrante
- Astrolábio
- Ampulheta
- Esfera armilar

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Nau Catrineta

Lá vem a Nau Catrineta
Que tem muito que contar!
Ouvide agora, senhores,
Uma história de pasmar.

(...)
Almeida Garrett, Romanceiro


O famoso poema Nau Catrineta, foi uma das recolhas efectuadas por Almeida Garrett.
É uma lenda própria de um país de marinheiros, virado ao mar e ao mundo. Consta que relata a história da viagem da nau portuguesa que transportou Jorge de Albuquerque Coelho de Olinda para Lisboa, em 1565, o qual a contava, já idoso, sentado de frente para o mar, junto dos amigos.
A Nau, que servirá de cenário ao Jogo dos Descobrimentos, não é a Catrineta, mas também já tem muito que contar.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Preparação dos jogos





Praça do Pópulo

- Dia 29 Abril , 21 horas -

Jogos Sem Fronteiras

O tempo escoa-se...

Os materiais a produzir são em grandes dimensões e em grandes quantidades, tudo é em grande... apenas os recursos são reduzidos.
A azáfama é total, todos correm atarefados.
Horas extras, salas atulhadas, roupa suja de tinta, algumas bolhas nas mãos... e muito ânimo para continuar.